4 de out de 2010

SERÁ A VIDA HOJE O QUE REALMENTE ALMEJAMOS?

Estou postando esse texto aqui hoje, pelo fato de que nos aproximamos de mais um portal. Recebemos inumeras mensagem todos os dias falando a mesma coisa e batendo na mesma tecla, mas infelizmente muitas vezes não ouvimos.Não estou querendo dizer que Marina é a salvação da lavoura, longe disso. Apenas me utilizo do fato de nós brasileiros não termos nos dado o direito de conhecer realmente a Marina.Apenas evitamos o horário político e a sua sordides e fingimos que nada estava acontecendo.
Sabemos que energia atrai outra energia semelhante.Se queremos realmente viver em uma sociedade melhor, que aqui chamamos de sociedade na 5D, devemos viver como se lá estivéssemos, e não apenas pensarmos que somos apenas UM, e realmente SERMOS APENAS UM. Realemente pensarmos e agirmos como se fossemos apenas um país, uma sociedade, um planeta. Não é fazendo a felicidade de meia duzia que encaramos como coitadinhos em detrimento de uma sociedade brasileira e planetária inteira que estaremos agindo como seres de luz. Sabemos que todos nós como participantes do UNO e advindos da mesma energia, temos acesso as mensas informações.
Alguns já dispertos para as evidências e acontecimentos, e outros que apensar de saberem no seu EU SOU apenas decidiram no exercício de seu livre arbítrio não abrir os olhos, não deixar cair o véu. Podemos trabalhar para que cada vez mais irmãos possam aceitar a queda do véu, mas não podemos em detrimento de muitos privilegiar alguns que simplismente não se importam. Lembrem-se que a vida do espirito de luz é feito de milhões de vidas de experiência na carne, e esta última em que vivem ser a consequencia de todas as outras.
Talvez vocês não gostem do que vão ler asseguir, mas fiz meu papel de ser de luz vivente neste planeta azul, e estou dando aos que aqui estiverem, a oportunidade de conhecer a candidata de quem muitos poucos lembraram.
Se não quiserem mais ler o blog exerçam seu livre arbitrio.

Segue.

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Existem mais diferenças entre uma pessoa que se orgulha de ter sido pobre e da sua ignorância, e uma pessoa que apesar de ter nascido pobre corre atras de melhoria da sua própria vida e da vida dos outros, do que pensa nossa vã filosofia de tupiniquim.

 
Conheçam agora Marina Silva.(texto extraido do site www.minhamarina.org.br)


Em quase 30 anos de vida pública, Marina Silva ganhou reconhecimento dentro e fora do país pela defesa da ética, da valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento sustentável. Uma reputação construída em mandatos de vereadora, deputada estadual e senadora – eleita sempre com votações recordes – e no período em que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre janeiro de 2003 e maio de 2008.



Nos cinco anos e quatro meses no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ser vista também como gestora competente. Na pasta, uma de suas conquistas foi o Plano de Ação para Prevenção e o Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, que contou com o esforço integrado de 14 ministérios. Graças ao projeto, o ritmo de desmatamento da Amazônia caiu 57% em apenas três anos, passando de 27 mil km² para 11 mil km² ao ano. Mais de 1.500 empresas ilegais foram desmanteladas, com a prisão de 700 pessoas. A apreensão de madeira somou um milhão de metros cúbicos.



Iniciativas como essa aumentaram sua projeção internacional. No final de 2007, o jornal britânico “The Guardian” incluiu a então ministra entre as 50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta.



Primeiros anos



Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima nasceu em 8 de fevereiro de 1958 em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, no Seringal Bagaço, no Acre. Seus pais, nordestinos, tiveram 11 filhos, dos quais três morreram. A mãe morreu quando tinha apenas 15 anos. A vida no seringal era difícil. “Eu acordava sempre às 4h da manhã, cortava uns gravetos, pegava uns pedaços de seringuins, acendia o fogo, fazia o café e uma salada de banana perriá com ovo. Esse era o nosso café da manhã”, conta.



Na adolescência sonhava em ser freira. “Minha avó dizia: ‘Minha filha, freira não pode ser analfabeta’”, lembra. O desejo de aprender a ler passou então a acompanhá-la. Aos 16 anos, contraiu hepatite, a primeira das três que foi acometida. Seu histórico de saúde ainda inclui cinco malárias e uma leishmaniose. Essas fragilidades a levaram a Rio Branco em busca de tratamento médico. Aproveitou a oportunidade para também se dedicar à vida religiosa e, ao mesmo tempo, estudar. Obteve a permissão do pai e deixou a floresta.



Na capital acriana, para se sustentar, passou a trabalhar como empregada doméstica. Revia as lições durante as madrugadas. O progresso nos estudos foi rápido. Entre o período de Mobral, no qual aprendeu a ler e a escrever, até a formação em História transcorreram apenas dez anos. Sua formação foi complementada posteriormente com a pós-graduação em Psicopedagogia.



A vocação social se revelou quando deixava a adolescência. Marina se inscreveu em um curso de liderança rural e conheceu o líder seringueiro Chico Mendes. Passou a ter contato com as idéias da Teologia da Libertação e a participar das Comunidades Eclesiais de Base. Em 1984, ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. Chico Mendes foi o primeiro coordenador da entidade e Marina a vice-coordenadora.



Parlamento



Marina na Assembléia Legislativa - 1991

Filiada ao PT, Marina disputou seu primeiro cargo público em 1986, ao concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Ficou entre os cinco mais votados, mas o partido não atingiu o quociente eleitoral mínimo exigido. Os sucessos eleitorais de Marina começaram dois anos depois, ao se eleger vereadora, a mais votada de Rio Branco. Uma de suas primeiras manifestações foi devolver o dinheiro de gratificações, auxílio-moradia e outras mordomias que os demais vereadores recebiam sem questionamento.

Com atos como esse, atraiu a ira dos adversários políticos ao mesmo tempo em que obtinha um reconhecimento popular que se manifestou na eleição seguinte, em 1990, quando se tornou deputada estadual, novamente com votação recorde. Em 1994, aos 36 anos, chegou a Brasília como a senadora mais jovem da história da República. Foi reeleita em 2002, com votação quase três vezes superior à anterior.


No Senado, foi a primeira voz a defender a importância de o governo assumir metas para redução das emissões de gases do efeito estufa. Em 2009, o Planalto anunciou, finalmente, a adoção dessas metas. Também cobrou do Executivo federal e do Congresso a inclusão da meta brasileira, com os percentuais para a redução das emissões de gases do efeito estufa até 2020, no Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que seria aprovado e sancionado pelo presidente antes da realização da Conferência de Clima (COP15), em dezembro, em Copenhague.



Ministério



No Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva trabalhou por políticas estruturantes baseadas em quatro diretrizes básicas: 1) maior participação e controle social; 2) fortalecimento do sistema nacional de meio ambiente; 3) transversalidade nas ações de governo; 4) promoção do desenvolvimento sustentável.



No governo do presidente Lula, Marina buscou transformar a questão ambiental em uma política de governo, que quebrasse o tradicional isolamento da área. Foi assim que o governo passou a exigir, nos projetos hidrelétricos a serem leiloados, a obtenção da licença prévia para que a viabilidade ambiental dos empreendimentos fosse avaliada antes da concessão para a exploração privada. Também baseado nessa diretriz, o ministério, por intermédio do Ibama, passou a ser ouvido prioritariamente antes da licitação dos blocos de petróleo.



Em 13 de maio de 2008, pediu demissão do ministério. Em carta ao presidente Lula, afirmou que deixava o cargo por conta das dificuldades que enfrentava dentro do governo. “Esta difícil decisão, Sr. Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal”, afirmava Marina, que voltou para o Senado.



Em 19 de agosto do ano passado deixou o PT. Em comunicado ao partido, manifestou seu desacordo com uma “concepção do desenvolvimento centrada no crescimento material a qualquer custo, com ganhos exacerbados para poucos e resultados perversos para a maioria, ao custo, principalmente para os mais pobres, da destruição de recursos naturais e da qualidade de vida”. Onze dias depois, anunciou sua filiação ao PV.



Pré-candidatura à Presidência



Em 16 de maio deste ano, Marina lançou sua pré-candidatura à Presidência e anunciou o empresário Guilherme Leal como seu vice. Em seu discurso durante encontro do PV em Nova Iguaçu (RJ), a senadora disse esperar que o país saia da próxima eleição com um novo “acordo social”, que integre avanços dos governos passados e aponte para uma economia de baixo carbono. Lembrou conquistas dos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, entre elas a estabilização econômica e a redução da pobreza.


Prêmios



A lista de prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais mostra a expressão internacional conquistada pela senadora. Além de ser incluída na lista do jornal “The Guardian”, conquistou o “2007 Champions of the Earth”, o principal prêmio da ONU na área ambiental. Em outubro de 2008, recebeu das mãos do príncipe Philip da Inglaterra, no palácio de Saint James, em Londres, a medalha Duque de Edimburgo, em reconhecimento à sua trajetória e luta em defesa da Amazônia brasileira – o prêmio mais importante concedido pela Rede WWF. Em 2009, recebeu o prêmio Sophie da Sophie Foundation, concedido a pessoas e organizações que se destacam nas áreas ambientais e do desenvolvimento sustentável, em Oslo, Noruega. Também em 2009, recebeu da Fundação Príncipe Albert 2º de Mônaco o Prêmio sobre Mudança Climática (Climate Change Award), em reconhecimento à sua contribuição para projetos na área do meio ambiente, ações e iniciativas conduzidas sob a ótica do desenvolvimento sustentável.



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Você tem uma nova chance de pensar e votar no melhor para todos nós e não só pelo melhor para você e sua familia.Vote com consciência.


Marina não está mais disputando as eleições.Mas continua disputando por um pouco de senso critico na cabeça de 135 milhões de brasileiros eleitores.


Façamos a diferença, pra que no futuro próximo nossos filhos e netos não fiquem sem ter ar para respirar, água para beber, alimento na mesa.Não fiquem sem emprego por falta de inteligência para empregar-se.Não fiquem sem consciência por acharem bonito ser ignorante e "não ter tido oportunidade".


Não tem oportunidade quem não quer, quem prefere viver de migalha, de ajuda dos outros, que prefere viver sentado vendo televisão, jogando video game, usando a internet de forma tosca em busca de cola para a prova e para o trabalho, procurando namorado, e marcando briga.


Tem oportunidade quem levanta abre os olhos e pensa que hoje será melhor que amanhã, que baixa a cabeça nos livros e luta para entender as coisas, quem levanta cedo e vai atras.Tem oportunidade quem levanta a bunda do sofá e faz por si o que os outros não fazem por ninguém.


Pense, pondere e em 31 de outubro vote por toda uma sociedade.E não por meia duzia que vive de bolsa familia fazendo filhos sem parar para aumentar a renda.Que vive achacando e amedrontando os outros para comprar seu voto. Que prefere pedir a levantar e fazer.

Vote consciênte por toda uma sociedade, seja ela brasileira ou planetária.


Que Deus esteja com todos nós e possa iluminar-nos para que sigamos o melhor caminho.